Já está em vigor o reajuste médio de 6,56% nas contas de água em Minas Gerais. O aumento foi aprovado pela Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG). De acordo com a agência, a justificativa para o reajuste é a revisão tarifária periódica no ciclo 2026-2029. Consumidores da Copasa Serviços de Saneamento Integrado do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Copanor) também foram afetados com o aumento.
Nos condomínios sem individualização, a água é o que mais pesa nas despesas. Por isso, é preciso que todos se unam em um esforço para o consumo racional de modo a evitar que o reajuste provoque alta na taxa de condomínio.
Diminuir o tempo no banho, não deixar a torneira aberta enquanto escova os dentes e juntar o máximo de roupa possível para utilizar a máquina de lavar já são medidas conhecidas. Porém, cada unidade pode também verificar se há vazamentos aparentes, como na descarga e torneiras, ou escondidos em paredes ou nos pisos. Caso o condômino encontre vazamento na unidade ou o síndico encontre no condomínio é necessário o reparo imediato, visando, também, a segurança da estrutura.
Os funcionários da limpeza também devem ser orientados a não desperdiçar água, principalmente evitando o uso de mangueiras para varrer as áreas comuns e os passeios, ato tão comum e tão prejudicial ao meio ambiente e ao bolso. “A economia de água e luz é um esforço coletivo. Todos têm que ficar atentos para evitar aumento de custos e desperdício de recursos naturais”, aconselha o presidente do Sindicon MG, advogado condominialista, Carlos Eduardo Alves de Queiroz.